Restaurantes em Lisboa o seu melhor guia de restaurantes e cafés

Existem dois menus de degustação (de nove e 12 momentos), embora os pratos não se anunciem. No coração da Lisboa turística, criou uma marisqueira com produto escolhido a dedo – frescura é o lema da casa – e um serviço de excelência. Há fritos, como o trio de bolinhos de carne de porco e camarão seco, e ao vapor, caso do Xiu Long Bao, ou bolinhos de porco.

Os dim sums também têm uma secção própria, embora incomparável ao rol de opções de quem almoça no Estoril. A carta inclui sopas, mariscos e especialidades de barbecue chinês, mas também novas receitas pensadas por Ku Yan, chef de origem malaia. Ao fim de 27 anos a servir a melhor comida cantonesa da Linha, o Mandarim abriu um segundo restaurante, dentro do Casino Lisboa.

Criado por nutricionistas, o cardápio tem opções para quem busca uma alimentação equilibrada, como salada verde, arroz integral e grelhados. A partir deste domingo, 17 de outubro, serão inauguradas em modelo de soft opening, duas novas opções gastronômicas, ambas com o cardápio assinado pelo premiado chef Pedro de Artagão. E agora, estamos a caminho de uma churrasqueira que isto do kebab é bom, mas não para comer todos os dias!

Avaliações do Restaurante Tribuna

Das panquecas de marisco aos cortes premium de carne para grelhar na mesa, a grande missão da casa é educar os clientes nos rituais tradicionais, ensinando a saborear cada prato como se estivesse em Seul. Com direcção gastronómica do chef Mário Ribeiro e um engenheiro de formação, João Bivar, a manusear diariamente as facas, o Meiyo quer dar aos amantes do sushi uma experiência mais contemporânea. As plantas percorrem todo o espaço, tal e qual uma selva urbana, e há cadeiras e mesas com diferentes padrões, além de sofás de cores garridas. Além da sala principal aberta para a rua, o espaço esconde um lounge no piso superior, ideal para desfrutar da música e de um copo ao final do dia. Está um pouco https://tribunasportsbar.pt/ escondido – fica situado no pórtico de um dos prédios residenciais desta rua, em frente a um pequeno espaço verde – e chama-se Epic Smash Burger. Também conta com pratos mais variados e nem tão leves, oferecendo duas opções de proteína diferentes todos os dias.

  • Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações.
  • Na Rua de Santa Catarina, mas longe da balbúrdia do turismo, a chef abriu o seu restaurante de paredes de pedra, luz suave e sofás aconchegantes para receber os clientes como se estivessem em sua casa.
  • Após três meses sem sair de casa, acabou por descobrir uma nova paixão, o padel.

E os preços anti-gentrificação fazem deste um projecto único na cidade. Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem. A dupla criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes, saladas, quiches e sopa, que seduziu de imediato o bairro. Hoje, toda a gente fala da sazonalidade, menciona produtores e promove a sustentabilidade, mas nada disso era comum quando António Galapito abriu o Prado, em 2017. António Lobo Xavier não se fica por nenhuma das definições.

Nestes restaurantes em Alcântara, há opções para todos os gostos e ocasiões. Tanto há tascas tradicionais a preços acessíveis como locais dedicados a gastronomias de diferentes latitudes; tanto há restaurantes pensados para levar a família como espaços que à noite viram discotecas. O Galeto, no Saldanha, é um clássico que dispensa apresentações (e onde tantas vezes se encontram aqueles que trabalham na restauração a comer quando os seus sítios já fecharam), mas há mais nesta lista de restaurantes abertos até tarde em Lisboa, de cozinha de autor a pizzas e hambúrgueres.

José Avillez abriu-o ao lado do Belcanto, que é onde está a génese do Encanto – isto é, a cenoura com esfera de azeitona e leite de pinhão, que se foi destacando entre pratos de carne e de peixe. Já nos dias de cozido à portuguesa, quarta-feira e sábado, o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é um dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho.

Nas sobremesas, destaca-se o mil-folhas de caramelo salgado. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi. O que significa que tanto se podem comer umas ostras de Setúbal como uma burrata e vegetais no carvão, para começar, e um bife de espadarte com molho de manteiga e puré cremoso de aipo bola para acabar. A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. Se o balcão proporciona a proximidade, na sala, muito procurada pela elite lisboeta, fica-se mais recatado. Nas sobremesas, brilha a tarta de queso, bem cozida por fora e líquida no interior.